Mundo ficciónIniciar sesiónCaleb Lancaster está dispuesto a todo para salvar a su familia, incluso fingir una relación con Grace Blackwell, una médica infectóloga experta y la única persona capaz de ayudarlo a resolver el misterio detrás de una enfermedad que amenaza la vida de su padrastro vampiro, Gavin, y de su hermano menor, Zane. Lo que debería ser una alianza funcional rápidamente se convierte en un caos. Grace, escéptica por naturaleza y acostumbrada a confiar solo en la ciencia, se enfrenta a un mundo lleno de vampiros, hombres lobo y secretos sobrenaturales. Caleb, acostumbrado a la acción y la independencia, lucha contra sus crecientes sentimientos hacia Grace mientras intenta mantener su foco en proteger a su familia y resolver el misterio. La tensión entre ellos aumenta con malentendidos constantes, provocados tanto por la desconfianza de Gavin como por los conflictos entre la lógica meticulosa de Grace y el carácter protector y apasionado de Caleb. Pero sus problemas personales pasan a un segundo plano cuando los lobos renegados, enemigos antiguos de la familia Lancaster, reaparecen buscando un artefacto y destruir a los que aman. Registro Safe Creative Todos Los Derechos Reservados
Leer másA floresta estava escura demais para uma noite comum. Não havia animais, nem vento, nem som. O silêncio parecia anunciar apenas uma coisa: eles estavam próximos.
Ela corria.
Os pés batiam no chão úmido, o coração disparado, a respiração curta. O medalhão preso em sua mão brilhava em pulsos rápidos — como se alertasse que o tempo estava acabando.
Um estalo ecoou atrás dela.
Ela olhou por cima do ombro e viu as sombras se levantando entre as árvores. Altas, tortas, se moviam como fumaça presa num corpo. O ar ficou gelado.
— Não hoje… — ela murmurou, acelerando.
O caminho estreito levou até uma clareira circular. No centro, o ar tremulava como se estivesse sendo rasgado. Uma luz azulada se espalhava no chão, iluminando as pedras antigas.
O portal.
Ele nunca estivera tão instável.
Ela correu até ele. O medalhão reagiu, brilhando mais forte. A luz dentro do portal aumentou, puxando o vento para dentro da fenda como um redemoinho.
Mas o som atrás dela fez seus cabelos arrepiarem.
Passos.
Ela se virou rápido.
A primeira criatura saiu da escuridão — magra, comprida, sem rosto, apenas dois rasgos prateados onde deveriam ser olhos. Outras surgiram logo atrás.
Ela apertou o medalhão com força.
— Vocês não podem tê-la — ela disse.
A voz da criatura não veio da boca. Veio do ar.
— Ela pertence ao outro lado.
A mulher deu um passo para trás, aproximando-se do portal.
— Não enquanto eu respirar.
As sombras avançaram.
Ela levantou o medalhão. A pedra estourou numa luz prata que cortou o chão como uma lâmina. As criaturas recuaram, gritando agudo, mas não pararam. Elas nunca paravam.
A mulher virou-se para o portal. A luz puxou seu braço para frente, como se pedisse o medalhão. Era agora. Era a última chance.
— Me ajuda… só mais uma vez — ela sussurrou.
A pedra respondeu com outro pulso intenso.
Ela encostou o medalhão na rachadura.
Um estrondo atravessou a clareira. A luz explodiu, empurrando tudo para longe. O portal se abriu completamente por um segundo — um único segundo — revelando a cidade do outro lado: torres escuras, céu manchado, soldados correndo.
E então começou a fechar.
A mulher caiu de joelhos. A energia drenava seu corpo como se arrancasse sua vida pela pele. Ela não soltou o medalhão.
Atrás dela, uma criatura gritou:
— A herdeira precisa cruzar!
— Ela não vai — a mulher respondeu, firme. — Nunca pela mão de vocês.
O portal fechava rápido. A luz diminuía. O tempo acabava.
Ela levou a mão ao ventre — uma barriga pequena, mas suficiente para lembrar a razão de tudo. Lá dentro, a criança se mexeu.
— Você vai viver — ela sussurrou. — Mesmo sem mim. Mesmo longe do seu mundo.
Um galho quebrou perto.
Alguém chegou.
Mas não era criatura.
Eram soldados — guerreiros do próprio reino dela. Armaduras prateadas, lanças de energia, máscaras escuras. Eles cercaram a clareira com passos firmes.
Na frente deles, veio o comandante. Alto, rígido, com olhos frios que brilhavam igual ao medalhão.
— Você desobedeceu o conselho — ele disse. — Abriu o portal sozinha. E tentou salvar a criança.
— Ela é minha filha — a mulher respondeu, sem medo.
— Ela é uma herdeira — o comandante rebateu. — E herdeiros pertencem ao reino.
Ela segurou o medalhão junto ao peito.
— Não enquanto eu viver.
O comandante ergueu a mão. A lâmina de luz se formou ao redor do punho.
— Você não deixa escolha.
A criança chutou dentro dela. A mulher fechou os olhos por um instante — um único segundo de despedida silenciosa.
Quando abriu de novo, olhou não para o comandante, mas para o garoto parado atrás dele.
Um menino de uns onze anos, olhos prateados idênticos aos dela, marca recém-gravada no pulso — símbolo de guardião. A expressão dele era assustada, mas firme.
Ela o reconheceu.
E ele a reconheceu.
— Kael… — ela chamou, com a voz fraca.
O garoto engoliu em seco. O comandante virou-se para ele por instinto, e foi nesse instante que a mulher falou:
— Quando ela despertar… proteja. Mesmo que precise mentir. Mesmo que precise ser duro. Mesmo que precise enfrentá-los. Proteja minha filha.
Kael apertou os punhos, o olhar tremendo.
O comandante avançou.
A mulher fez força. Toda que tinha. Encostou o medalhão no chão, bem no limite onde o portal fechava. A pedra brilhou mais uma vez — uma última vez.
A luz prateada engoliu tudo.
O portal se fechou com um estrondo tão forte que derrubou metade dos soldados.
Quando a poeira baixou, ela estava caída no centro da clareira.
Ainda respirava.
Por dois segundos.
Depois, não mais.
O medalhão sumira.
Os soldados se espalharam, desesperados. O comandante rugiu ordens. A clareira tremia, como se o mundo tivesse sentido a morte.
Kael ficou parado, olhando o corpo dela.
O comandante colocou a mão no ombro do garoto.
— Você viu onde o medalhão foi parar?
Kael fechou os olhos.
— Não — respondeu.
O comandante estreitou os olhos.
Kael manteve a voz firme:
— O portal fechou rápido demais. Não deu para ver nada.
Foi a primeira mentira do garoto.
Mas não seria a última.
Porque naquele instante, ele sabia:
A herdeira havia escapado.
E um dia, ele teria que buscá-la. Viva ou morta.
Noticias InesperadasRonan irrumpió en la oficina de Caleb como un huracán, sus pasos resonaron con fuerza en el piso de madera mientras abría la puerta de golpe. Su expresión de preocupación hizo que Caleb dejara caer la pluma que sostenía y se pusiera de pie de inmediato, sintiendo un nudo formarse en su estómago.- ¿Qué ocurre? - preguntó con el ceño fruncido, su tono bajo, pero cargado de tensión.- Grace... se desmayó en su turno. - soltó Ronan, sin aliento.El caos se desató.Caleb prácticamente voló fuera de la oficina, su mente corriendo más rápido que sus pasos. El hospital quedaba a pocos minutos, pero cada segundo se le hacía eterno. Para cuando llegó, su presencia llenó el lugar con una intensidad que apabulló hasta a los más experimentados del personal. Las enfermeras, los médicos, todos apartaron la mirada, sintiendo la energía que irradiaba.No se detuvo hasta llegar a la sala donde Grace yacía en una camilla.
IntensidadSi bien Zane nunca había dejado en paz a Angie después de consumar su vínculo, ahora que ambos eran vampiros su conexión se había intensificado hasta niveles insospechados. Era como si cada roce, cada mirada, cada respiración compartida fuera una descarga eléctrica que los unía aún más.La pasión entre ellos parecía no tener límites y, aunque intentaban ser discretos, más de una vez fueron descubiertos en situaciones comprometedoras que ponían en jaque la paciencia del resto de la familia.El último incidente del mes fue, sin duda, el más memorable.El almacén de armas, un espacio solemne para los Lancaster estaba impregnado de la energía de siglos de batallas. Filas de estantes albergaban espadas, ballestas, rifles, dagas encantadas y reliquias imbuidas de magia ancestral y armamento moderno. Ese
EpílogoEl tiempo pasó y la vida en la mansión Lancaster había cambiado de formas que nadie habría imaginado.El aire que antes estaba cargado de tensión, de sospechas y de silencios pesados, ahora se sentía más ligero, casi cálido. Las noches transcurrían entre risas, conversaciones y proyectos, como si poco a poco las heridas que el pasado había dejado en cada uno se fueran cerrando.Gavin cumplió su promesa con una ferocidad que no se había visto en siglos dentro de los clanes. Cuando terminó de interrogar al Consejo, no quedó lugar a dudas de quién era el traidor. Y fue él mismo quien, sin vacilar, ejecutó la sentencia. La furia del patriarca fue rápida e implacable, recordándole a todos por qué su linaje había reinado tanto tiempo y por qué aún su nombre se pronunciaba con re
Siempre Regresaré A TiEmma estaba sentada junto a la cama donde Gavin dormía, su mano aferrada a la de él como si temiera que, si la soltaba, él desaparecería. La tenue luz de la habitación proyectaba sombras suaves sobre su rostro cansado, sus ojos enrojecidos por las lágrimas contenidas durante horas. Observaba el rostro inmóvil de su compañero, el suave ascenso y descenso de su pecho y sintió un nudo en la garganta.- Gavin... cariño - susurró, su voz quebrada por la emoción - No sé qué haría si te pierdo... No me dejes...Su pulgar acarició lentamente la piel de su mano, mientras inclinaba la cabeza, dejando escapar un sollozo silencioso.- Te amo. - dijo en un suspiro, dejando finalmente salir las palabras que llevaba tanto tiempo reprimiendo - Siempre te he amado, pero tenía miedo... miedo de perderte, miedo
Último capítulo