Capítulo 47, Eu tenho sede de vingança

(Cláudia)

Eu sempre disse que a vingança é como um vinho amargo. Quanto mais tempo se guarda, mais forte ele se torna. E eu guardei meu rancor por tempo suficiente. Foram mais de cinco anos, cada segundo alimentando a chama que me consome por dentro.

Lua… esse nome já me faz ranger os dentes. A menina que roubou meu filho de mim. A que o levou à ruína. A que manchou a memória dele e ainda conseguiu se colocar como vítima diante de todos.

Mas Thiago tem razão em uma coisa: o ataque direto não fu
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