Mundo ficciónIniciar sesiónSinopse | A Filha da Minha Esposa Durante sua despedida de solteiro, o Dr. Cédric Lafay, uma eminência em neurocirurgia, tem uma noite de sexo anônimo com uma mulher que o marca mais do que ele está disposto a admitir. Nomes falsos. Corpos que se procuram. E um pacto tácito de nunca mais se verem. Mas o destino não respeita acordos. Dias depois, Cédric se casa com uma mulher poderosa, mais velha que ele, que lhe abre as portas para um império médico... e para o passado mais sombrio que alguém pode carregar. Charlotte Marin, viúva, doente e recém-saída da prisão após uma condenação que ainda divide opiniões: alguns dizem que ela matou o marido... outros preferem não falar. No casamento, Desirée Duval aparece apenas por compromisso. Promotora criminal, filha de Charlotte e a mesma mulher que ele desnudou sem saber quem ela era. O reencontro explode como dinamite: proibido, explosivo e condenadamente inevitável. Quando uma cláusula esquecida a obriga a compartilhar a presidência da Fundação Duval com o marido de sua mãe, ambos ficam presos em uma guerra silenciosa entre o que desejam e o que não podem se permitir. Porque há erros que não se corrigem. Há corpos que não se esquecem. E há segredos que nunca deveriam vir à tona.
Leer másCapítulo 132 —EpílogoNarrador:Desirée ya no era la misma mujer que había llegado a esa ciudad con la rabia cosida a la garganta y el pasado tatuado en cada mirada. Meses después del nacimiento de su hijo, había aprendido a dormir poco, amar mucho y discutir menos. O al menos eso intentaba… aunque Cédric solía decir que su talento para pelear era uno de sus encantos más peligrosos.Fue nombrada Fiscal en Jefe del distrito dos semanas antes del bautismo del bebé. La ceremonia fue breve, elegante, con pocos invitados, la mayoría médicos, abogados y Margot, que logró escabullirse con un vestido que Desirée juró arrancarle si volvía a robarse todas las miradas.—Yo soy la estrella del evento, ¡carajo! —le gritó entre risas, mientras la otra le mandaba besos desde la primera fila.Se dividía ahora entre la Fundación Duval, la fiscalía y la maternidad. No sabía cómo lo hacía. A veces pensaba que solo sobrevivía por la cafeína y las manos de Cédric en la espalda cuando el día la devoraba.—¿
Capítulo 131 —UlissesNarrador:Já haviam se passado três meses desde a morte de Charlotte.A casa de Josefina estava tomada por um silêncio diferente, menos carregado de ressentimento, mais próximo da paz. A idosa, apesar da dor profunda que lhe causou a perda da filha, encontrava consolo no que havia acontecido nos últimos dias de sua vida.Ela havia testemunhado um milagre que não esperava viver: ver Desirée abraçar Charlotte sem ódio, vê-las chorar juntas, conversar como mãe e filha, como mulheres feridas que, finalmente, se permitiam deixar de lutar uma contra a outra. Charlotte partira com a consciência tranquila, com a alma aliviada. E Josefina, embora destruída por dentro, sentia-se grata por isso.O nome de sua filha, que havia sido arrastado pela infâmia, estava limpo; agora podia ser dito em voz alta sem vergonha. Charlotte não era mais a assassina. Era a mãe que havia se calado para proteger a filha, a mulher que carregara o fardo de um crime que não cometeu. E sua neta, fi
Capítulo 130 —Estou orgulhosa de você, filha.Narrador:Desirée observava em silêncio enquanto Charlotte acariciava a imagem na ultrassonografia. A emoção contida lhe oprimia o peito e, quando ela não conseguiu mais contê-la, as lágrimas também começaram a rolar por suas bochechas.Levou a mão ao ventre num gesto inconsciente, como se precisasse se apoiar por dentro. Sua voz saiu quebrada, trêmula, mas cheia de ternura.—Por enquanto está aqui dentro... —disse ela, pressionando suavemente com os dedos sobre a pele— Mas daqui te manda um oi, vovó.Charlotte ergueu o olhar, abalada, com o rosto encharcado e uma expressão que misturava espanto, amor e uma dor doce que só se alcança depois de perder demais.—Posso...? —perguntou com um fio de voz, estendendo a mão em direção a ela.Desirée não disse nada. Apenas acenou com a cabeça e se aproximou. Charlotte apoiou a palma trêmula sobre a barriga da filha. Fechou os olhos e, ao fazê-lo, uma nova onda de lágrimas brotou, mais suave, mais res
Capítulo 129 — Aquela fotografiaNarrador:Assim que cruzaram a porta da casa de Josefina, Desirée deixou cair os papéis e as pastas sobre a mesa da sala de jantar com um longo suspiro. Cedric a seguiu, fechando a porta suavemente atrás de si. Havia algo em seu olhar, uma estranha mistura de cansaço e alívio, como se a sentença tivesse fechado uma ferida, mas, ao mesmo tempo, aberto outra que ninguém esperava.Os dois se olharam em silêncio por alguns segundos, até que o celular dele vibrou. Ele o tirou do bolso e atendeu imediatamente. A conversa foi breve, mas bastou para que sua expressão mudasse completamente. Ao desligar, guardou o telefone lentamente e se virou para Desirée.—Preciso ir —disse em voz baixa, mas firme.Ela franziu a testa, dando um passo em direção a ele.—O que aconteceu?Cedric hesitou por apenas um segundo. Em seguida, olhou-a diretamente nos olhos.—Sua mãe foi internada. Está no hospital.Desirée empalideceu.—Aconteceu alguma coisa com ela?Ele baixou o olha










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