Naquela noite, Isadora estava sozinha no quarto. Sentada na beira da cama, observava a varanda da suíte, onde o jardim se estendia silencioso sob a iluminação amarelada dos postes. O quarto estava escuro, exceto pela luz do abajur ao lado da cama. Pegou o celular, desbloqueou a tela e encarou as manchetes mais uma vez, como se aquilo pudesse anestesiar a dor com o tempo.
Suspirou. Deixou o aparelho de lado e pegou um caderno encapado de couro no criado-mudo. Abriu em uma página em branco. Os de