O vento noturno cortava as laterais do prédio como navalha. Matteo, com Isadora nos braços, seguia atrás de Alessandra, que mancava visivelmente, mas não parava. A cada passo, ela soltava um gemido abafado, mas os olhos estavam fixos na próxima saída: uma garagem de apoio nos fundos, reservada para fornecedores.
O pátio estava parcialmente iluminado por refletores de emergência. Matteo vasculhava o espaço com olhar tenso. Não podiam esperar. Ela não aguentaria.
Foi quando a porta lateral se abr