Dois meses se passaram em um piscar de olhos alimentado a café e um amor inesgotável. Léo já não era mais o recém-nascido frágil, mas um bebê robusto, de olhos curiosos que seguiam cada movimento de seus pais com uma intensidade que era puro Dante. A casa na Vitória havia encontrado seu ritmo, uma sinfonia caótica de canções de ninar, chamadas de conferência internacionais e, ocasionalmente, o som distante e abafado de um martelo vindo do estúdio recém-concluído de Helena.
Eles eram uma equipe.