Meus dedos pairaram sobre o papel, mas não o tocaram. Eu tinha medo de que, se tocasse, a tinta fresca da minha imaginação borrasse a realidade daquele traço.
Não eram apenas desenhos. Eram cemitérios.
Eram prédios que nunca rasgaram o céu. Pontes que nunca ligaram nada a lugar nenhum. O traço era agressivo, sim, como eu havia pensado no início, mas agora, olhando sob a luz filtrada da biblioteca, eu via outra coisa.
Eu via solidão.
P.B. Não Peter Blackwood, o homem que comprava almas e emp