Acordei com a luz do sol invadindo o quarto, filtrada pelas cortinas automáticas que alguém — ele — tinha deixado entreabertas.
Minha mão tateou o lençol ao meu lado. Frio. Vazio.
Sentei-me na cama, puxando a seda para cobrir meu corpo nu. Eu me sentia... atropelada. Mas de um jeito bom. Havia uma dorzinha fantasma entre as minhas pernas e meus músculos estavam relaxados, pesados de sono e satisfação.
— Bom dia, mia artista.
Peter estava do outro lado do quarto, perto da porta.
O "homem" de