Tentei rir. Mas eu não consegui. Ele deu um passo mais perto, baixando a voz, como se quisesse que só eu ouvisse.
— Foi aquele merda do Rafael, né?
Meus olhos se encheram de lágrimas de novo, mas engoli o choro com força. Respirei fundo, tentando manter as mãos firmes, mas elas ainda tremiam.
— Tá todo mundo comentando, Isabel, sinto muito. — ele continuou, a voz baixa, mas carregada de um tipo de raiva contida. — Adolescentes são uma merda.
Fiquei em silêncio. Não queria confirmar. E tam