Saí do quarto de Isabel duas horas depois, devagar, com medo de acordá-lá. ainda sentindo o calor da pele dela grudado na ponta dos meus dedos. O quarto cheirava a ela, e parte de mim queria voltar, deitar outra vez ao lado dela, fingir que o mundo não estava desabando a nossa volta por mais alguns minutos. Mas eu sabia que essa calmaria era frágil demais pra durar.
Caminhei pelo corredor, indo em direção ao meu quarto, em silêncio, as botas ecoando fraco no piso de mármore. O ar estava pesad