Meu controle

Mas qualquer movimento errado e eu sabia que ele ordenaria a morte de Isabel. Eu precisava dela segura primeiro.

Gregor caminhou até Emma com aquela calma que me enojava. Parou a poucos centímetros dela, o sorriso cínico desenhado nos lábios.

— Então — disse, como quem comenta o clima — se o nosso caro amigo aqui não está mentindo, ele não se importará se eu fizer algumas perguntas à moça.

— Gregor… — minha voz saiu tensa, fria. — Isso é desnecessário.

Ele ergueu um dedo, pedindo silêncio.

— Sabe, Erick… eu nunca tive um irmão. Acho que já te falei isso. E pensando bem, foi o melhor pra mim. — Um leve riso escapou dele. — Eu não costumo confiar nas pessoas. Odiaria ter que matar alguém do meu próprio sangue.

Um dos homens ao lado puxou uma faca curta do coldre. A lâmina reluziu sob a luz fria e amarelada.

Os olhos da Emma arregalaram, marejados de puro terror.

— Por favor! — ela soluçou, tentando se afastar mais foi contida — Eu juro, eu não fiz nada!

— Ah, não fez? — Madre
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