Mas qualquer movimento errado e eu sabia que ele ordenaria a morte de Isabel. Eu precisava dela segura primeiro.
Gregor caminhou até Emma com aquela calma que me enojava. Parou a poucos centímetros dela, o sorriso cínico desenhado nos lábios.
— Então — disse, como quem comenta o clima — se o nosso caro amigo aqui não está mentindo, ele não se importará se eu fizer algumas perguntas à moça.
— Gregor… — minha voz saiu tensa, fria. — Isso é desnecessário.
Ele ergueu um dedo, pedindo silêncio.