O nome da menina caiu entre nós como uma luz.
Os olhos de Isabel se arregalaram, brilhando entre surpresa e emoção.
— Ela… é mãe? — murmurou, e uma lágrima deslizou pela bochecha. — Eu sou tia…
Assenti, sentindo o nó na garganta.
— Ela é uma ótima mãe, Rosa. Ama a Anya com tudo o que tem. E o Alexei… ele morreria por elas.
Ela respirou fundo, o peito subindo e descendo com força.
— Luka, você jura que ele nunca a feriu?
— Eu juro. — respondi sem hesitar. — Ele é um homem… quebrado, sim. Mas não cruel com ela. Tudo o que ele faz, por mais fodido que pareça, é por amor.
Parei por um instante, olhando o teto. — Ele já arriscou a própria vida por causa dela. E fez isso sem hesitar. E eu aposto que faria mais mil vezes se fosse para tê-la, Então, se existe algo que se parece com amor nesse mundo, é isso.
Ela sorriu entre lágrimas, a mão procurando a minha no escuro.
— Obrigada por me contar.
— Eu devia ter contado antes. — admiti. — Mas não queria… — “Te perder”, no entanto eu