O relógio digital piscava no canto da tela: 12h07.
Arthur ainda não tinha aparecido.
E isso era… estranho.
Apertei o botão do elevador e subi até o andar da diretoria. As pessoas me olhavam com aquele misto de respeito e curiosidade que eu já tinha aprendido a ignorar.
Marina apareceu assim que me viu, um copo de café na mão e a expressão curiosa.
— Bom dia, mamãe da Aurora. — provocou, com um sorriso.
— Bom dia. — respondi, apoiando a mão na barriga, que agora parecia ocupar metade de mim. — J