Minha mão tremia, o peito apertado. Raiva e desespero se misturavam e as lágrimas começaram a escorrer.
Aurora se mexeu dentro de mim, e meu coração apertou ainda mais. Queria que minha filha não sentisse nada disso, mas não podia controlar meus próprios sentimentos.
Cada mensagem parecia cutucar feridas abertas. O travesseiro ao lado estava vazio, e o silêncio da mansão, antes seguro, agora parecia pesado demais.
O som da porta do banheiro se abriu e o ar frio do corredor entrou no quarto.
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