O porto de Nápoles cheirava a sal, petróleo e segredos podres. Alonso contornou dois contêineres enferrujados, a Beretta pesando contra suas costelas como um lembrete pulsante: *isso é uma armadilha*.
Mas o corpo dele ainda ardia onde os dedos de Ekatarina tinham se cravado horas antes.
O armazém 12 estava escuro, apenas um fio de luz vazando pela porta dos fundos. Ele empurrou-a com o ombro—desarmado, mas não indefeso—e encontrou o interior repleto de caixas cobertas por lonas. E então...