Marco e Júlia chegaram quase ao mesmo tempo — ele com o notebook debaixo do braço, ela com o rosto lavado em lágrimas e a respiração acelerada.
— Enrico… — Júlia mal conseguiu dizer antes de abraçá-lo. — Meu Deus, me diz que ela está bem… por favor…
Ele não conseguiu responder. Só a abraçou de volta por um segundo, sem realmente sentir o próprio corpo, como se estivesse apenas obedecendo ao instinto.
Marco deu um passo à frente, a expressão tensa.
— Eu consegui algumas gravações — disse, abrind