Mundo de ficçãoIniciar sessão“— Você me odeia tanto assim? — Não, eu não a odeio, eu a desprezo. — Logan respondeu-me com frieza. — Eu nunca vou perdoá-la, Elise. Nunca.” Dez anos atrás, Elise foi contratada para ser babá em uma das famílias mais poderosas de Nova York, até se apaixonar pelo herdeiro alfa que jamais poderia ser seu. Um amor proibido. Quando o pai dele descobre a verdade, uma ameaça muda tudo. Aterrorizada, ela foge para o Brasil, desaparecendo sem deixar rastros, ou era o que ela achava. Porém, dez anos depois, ela é obrigada a retornar justamente para o mundo que quase a destruiu. E é lá que reencontra ele. Agora um CEO alfa implacável, feito de arrogância e rancor… e atormentado. Logan a despreza e deixa isso claro em cada palavra. Para ele, ela é apenas a babá ingrata que o seduziu e fugiu. Para ela, ele representa apenas o perigo que pode destruir sua vida. Mas a verdade não pode ficar escondida para sempre.
Ler maisLoganEla estava arrepiada, tremendo. O Sabor era único e perfeito, a pele macia reagia aos meus menores toques. Um alfa sempre se orgulhava da sua capacidade de controle, mas com Elise tudo era diferente, ela sempre me levará ao limite e, provavelmente, perderei a razão algumas vezes. Os gemidos doces seguiam os movimentos impacientes do seu corpo. Eu chupei em alguns lugares vagarosamente. Mordisquei testando sua sensibilidadeEra como na nossa primeira vez. Foi intenso. Mas agora temos uma ligação muito maior, uma experiência que não tínhamos naquela época. Acariciei seu rosto, empurrando alguns fios de cabelo que insistiam em ficar sobre seu rosto. Seus lábios entreabertos, úmidos… Eu sempre fui apaixonado por todos os detalhes, sempre fui apaixonado por seus olhos verdes. Pelo rubor discreto em seu rosto toda vez que ficava envergonhada… — Eu sempre fui apaixonado por tudo em você, Elise. — sussurrei antes de beijá-la novamente.Senti a doçura dos seus lábios e, ansiosamente,
EliseAbracei seu pescoço quando sua boca encostou na minha. O beijo suave me envolveu. Sua língua… tão bom. Eu poderia beijá-lo assim sempre e não cansaria. Eu queria mais, mais intensidade, porém, Logan me deu apenas o que ele quis.— Qual a razão desses olhos marejados? — perguntou sem se afastar, ele roçou os lábios nos meus e uma tortura deliciosa.— Eu só estou feliz. Me beijei de novo… — sussurrei.— Não. Agora nós vamos comer antes que esfrie. — Afastou-se e se sentou na cadeira ao lado. — Coma. Seus feromônios estão me pondo louco. E você não para de me olhar como se quisesse me devorar e para isso, precisa de energia. — Eu tenho energia o suficiente.— Então vai aguentar a noite toda sem desmaiar?Emudeci. Logan pegou o talher e esperou que eu repetisse seu gesto, então apenas me conformei. Ele não estava errado, mas o frio na minha barriga tirava qualquer apetite. Peguei um pedaço do salmão macio e levei à boca. O sabor se espalhou e a carne praticamente derreteu. Estava
LoganNós chegamos na casa no fim de tarde, ainda estava do mesmo jeito, Alessandro mantinha aquele lugar e os poucos funcionários, era como um lugar de descanso. Dessa vez, não tinha seguranças, nem funcionários, eles foram dispensados por esses dias. Alguns foram descansar na casa de suas famílias e quem não tinha, paguei um hotel em um lugar bonito. Eu só precisava ficar sozinho com Elise por alguns dias. Alessandro e Angel ficaram com os meninos, eu não gostava muito, mas confiava nos seus cuidados. Peguei a mala e fechei o carro. As folhas das árvores já estavam mudando a coloração, algumas já estavam bastante douradas e outras, avermelhadas. O outono era uma boa época. — Vamos. — chamei Elise que ainda observava a coloração daquelas árvores. Um vento mais forte passou por nós e bagunçou seus cabelos soltos. Algumas folhas caíram. Eu podia ficar uma vida inteira admirando-a.Ela segurou em minha mão e seguimos para a casa. Eu tinha boas lembranças desse lugar, foi aqui que
LoganAxel recebeu a última colherada de comida, o espaço da mesa à sua frente estava uma bagunça, o babador não servia para nada, era melhor deixá-lo pelado. Theo estava terminando de comer e olhei para o prato intocado de Elise, ela disse que não estava se sentindo bem e foi para o quarto. Eu tinha minhas suspeitas.— Pode arrumar a mesa pra mim hoje? — pedi para Theo. Ele apenas concordou ao juntar o restante da comida no prato. Eles gostavam quando era macarronada, principalmente essa feita pela cozinheira de Alessandro. Tirei Axel da cadeirinha e suspirei ao ver seu estado. Havia molho de tomate por todo lado.Mantendo-o distante de mim, o carreguei até a pia, tinha que tirar pelo menos o excesso antes de lhe dar um banho. Sentei ele na beirada e liguei a torneira, ele não reclamou quando passei a mão molhada. Ele praticamente comia sozinho, mas nem tudo conseguia pegar com a colher, então restava as suas mãos. Eu deixava ele fazer como queria, mas Elise reclamava dizendo que





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