A manhã estava calma, silenciosa, quase confortável demais para o que os últimos dias haviam sido.
Cecília dormia no sofá, Aurora aninhada no peito dela como se também sentisse que a mãe precisava daquele contato para respirar melhor. Enrico observava as duas da porta por alguns segundos, uma expressão de ternura cansada no rosto.
Ele estava na cozinha preparando um café quando o celular vibrou:
Escritório.
Imediatamente, uma tensão leve atravessou o peito dele. Ainda não era hora de voltar à r