O sol da manhã entrava pelas janelas amplas do apartamento de Enrico, espalhando uma luz morna pelo quarto. Cecília ainda estava deitada, enrolada nos lençóis, os pensamentos girando em torno da noite anterior. A lembrança da briga de Laura ainda queimava em sua mente, misturada com o medo silencioso de Gustavo e a sensação de vulnerabilidade que a fazia tremer por dentro.
Enrico já estava em pé, a camisa cuidadosamente passada sobre os ombros, o cabelo ainda um pouco bagunçado pelo sono. Ele a