Nos últimos dias, a vida de Enrico e Cecília parecia ter retomado uma calma quase improvável. O bar funcionava em seu ritmo costumeiro, clientes entrando e saindo, Julia sempre por perto, e Cecília se agarrando à sensação de normalidade como quem teme acordar de um sonho breve demais. Havia sorrisos no balcão, conversas triviais e até momentos em que ela acreditava que os fantasmas haviam se afastado.
Naquela noite, o bar estava cheio. As mesas ocupadas, o tilintar dos copos e a música baixa cr