O bar ainda não estava cheio, mas o burburinho começava a crescer, misturado ao som abafado da playlist que tocava no fundo. Cecília secava copos atrás do balcão com mais força do que o necessário. Não pelo trabalho — aquilo ela fazia no automático —, mas porque a cabeça não parava.
A mensagem da mãe ainda vibrava na tela do celular sobre o balcão.
“Você acha mesmo que pode viver ignorando sua família para sempre?”
Ela achava. Ou queria achar, mas não era tão simples.
— Você vai quebrar esse co