A noite caiu espessa sobre a floresta como um véu de tinta, abafando os sons e mergulhando as árvores num silêncio quase reverente. Nem os grilos ousavam cantar. As estrelas estavam escondidas por trás de nuvens pesadas, e a lua, embora cheia, parecia hesitar em iluminar aquela parte esquecida do mundo. A clareira onde Lysandra e Aric se posicionavam pulsava com uma energia estranha — antiga, densa, viva.
Ao centro, uma pedra ritualística coberta por musgo e símbolos talhados po