A clareira, iluminada pelo primeiro sol da manhã, parecia um refúgio sagrado. As folhas ainda carregavam gotas de orvalho, reluzindo sob a luz dourada como pequenos cristais, e o cheiro de terra molhada subia no ar, misturado ao perfume suave das flores silvestres que se abriam para saudar o novo dia. Mas, para Lysandra, toda aquela paz era uma miragem frágil. Um alívio traiçoeiro que poderia se despedaçar a qualquer instante.
Ela se encontrava sentada sobre a relva macia, na fo