Mundo de ficçãoIniciar sessãoKennedy foi uma humana arrastada para o surpreendente universo sobrenatural depois que seus pais morreram em um acidente de carro trágico, fazendo com que a melhor amiga de sua mãe assumisse seu cuidado como guardiã. A melhor amiga de sua mãe, Beth, era a Luna da Alcateia do Arco Lunar de Prata. Ela conhecia Beth, o marido James e o filho Jeremiah por toda a vida, mas acreditava que a rotina da alcateia seria algo que presenciaria apenas por histórias. O Alfa e a Luna não escondiam os riscos daquele mundo para uma humana como Kennedy, e Jeremiah, por sua vez, demonstrava dedicação genuína ao protegê-la, ajudando-a a lidar com o trauma e retomando a vida após o acidente. Com o tempo, Kennedy aprendeu os costumes da alcateia e, quase sempre, foi querida por todos os membros, absorvendo os valores do vínculo da alcateia, as práticas dos guerreiros e o respeito pela hierarquia da cultura dos lobos. Assim, se tornou uma guerreira notavelmente competente, mesmo limitada pela força e sentidos humanos. Acompanha-se, então, a jornada de Kennedy em meio a destinos cruzados, amores, amizades e a resistência a um vínculo de companheiro que ela não desejava aceitar, temendo que isso a afastasse de seus próprios objetivos e sonhos. - Como Alfa da Alcateia da Lua Sombria, Ryker carregava a fama de ser jovem, impiedoso e rígido no comando. Sabia exatamente o que o vínculo com uma companheira podia provocar, uma vez que muitos líderes haviam sido destruídos após se deixarem enfraquecer por companheiras manipuladoras. Portanto, escolhia a solidão como forma de garantir que ninguém o afastaria de seu propósito.
Ler mais(Ponto de Vista de Finn)— Por que parece que você está tentando me mudar pra cá? — Perguntei, enquanto observava todos os pequenos toques pessoais que ela tinha adicionado. Havia plantas na mesa lateral, um tapete ao lado da cama, e até as cortinas não estavam no branco padrão. No canto, ao lado da porta do banheiro, estava minha bolsa, e parecia cheia. Diante disso, alternei o olhar entre as duas mulheres. — Explica. — Tossi. E, ao captar o olhar do Ryker, acrescentei: — Por favor.— Você é necessário para vários testes. E, como parece que você ignorou todos os check-ups que foram marcados nos últimos seis meses, os curandeiros querem que você fique alguns dias. — Kennedy pareceu sem graça, mas nem um pouco arrependida de dar a notícia.— Com todo respeito, Luna, não, obrigado. Eles podem tirar o quanto de sangue quiserem para tentar descobrir o que é essa toxina, mas eu não vou ficar aqui.— Finn! Você precisa estar saudável. Por que não deixa a gente te ajudar? — Kennedy implorou,
(Ponto de Vista de Finn)Era pra me dar ciúmes ouvir a Greta tirando onda com o Grant. Ainda mais porque, com a Amy, sempre funcionava assim. Eu implicava com qualquer cara que chegasse perto dela, até quando era só um sorriso, porque nunca confiei nas intenções dela. E ela ainda ficava de olho em cada reação minha. Depois de um tempo, não deixei mais nada transparecer, me fechei por fora, mas por dentro, eu e meu lobo acabamos nos destruindo.Mesmo assim, não senti nada disso com aqueles dois no banco da frente, porque eles eram apenas amigos e colegas, brincando com apelidos que receberam. A Kennedy já o chamava de Jeeves, e ele apenas aceitava com um sorriso. Fora que não era pela mesma reação que eu buscava quando chamava a Greta de "senhorita".Ela ficou quieta por um tempo, mas, pelo jeito que resmungava e bufava, eu sabia que provavelmente estava passando um relatório para o Ryker. Além disso, parecia mais relaxada ao achar que eu estava dormindo, e a voz dela acabou me envolven
(Ponto de Vista de Greta)— Isso é algo que eu preciso discutir com o Ryker e com os outros, porque a Janelle faz parte desse novo grupo, então precisamos pensar em uma estratégia alternativa.— Eles já estão trabalhando nisso desde o seu vínculo mental de S.O.S., além disso as patrulhas de fronteira foram adaptadas, e decidiram trabalhar de fora para dentro, colaborando com o Don, o Nathan e o Rory. O Josh disse que vai atualizar vocês dois quando chegarem. — Assenti, enquanto enviava um vínculo mental para o Ryker.'Ei, Alfa. Tem um segundo?''Para você, sempre.''Bom, eu não queria interromper, já que você parece bem ocupado tentando engravidar a Kennedy.' Tanto eu quanto minha loba rimos junto com ele.'Não vou negar. O que houve?''Quero passar nos curandeiros com o Finn, e pedir pra tirarem uma amostra de sangue. Ele ainda está meio estranho. Então esse veneno pode não ter saído do sistema. E, se ainda estiver…''Você quer que eles tentem descobrir o que é.''Pois é. Aquela porca
(Ponto de Vista de Greta)Finn se jogou no banco de trás, recostou a cabeça e fechou os olhos, e foi aí que eu entendi que, pelo jeito, a gente não ia trocar uma palavra no caminho de volta.— Greta, aproveita pra descansar também. Foi uma semana longa pra você, e a viagem ainda vai ser…— Nem pense em terminar essa frase. — Lancei um olhar de lado para Grant, já avisando. — Se você trouxer azar pra gente, eu acabo com você.Grant revirou os olhos.— Sim, senhorita.— Sério isso? Você também?— O quê? — Ele perguntou, sem sequer tentar esconder o riso.— Você não tem permissão para me chamar assim, então para com isso. — Virei o rosto para a janela, escondendo o sorriso que insistia em aparecer, porque, no fundo, eu não odiava o título, eu só odiava o jeito que o Finn dizia, como se fosse um insulto.— Mas você deixa o Finn te chamar assim... — Minha cabeça girou imediatamente sobre o ombro esquerdo, só para garantir que ele ainda estava dormindo.— Ei! Eu não deixo. Ele simplesmente n
Último capítulo