Mundo de ficçãoIniciar sessãoKennedy foi uma humana arrastada para o surpreendente universo sobrenatural depois que seus pais morreram em um acidente de carro trágico, fazendo com que a melhor amiga de sua mãe assumisse seu cuidado como guardiã. A melhor amiga de sua mãe, Beth, era a Luna da Alcateia do Arco Lunar de Prata. Ela conhecia Beth, o marido James e o filho Jeremiah por toda a vida, mas acreditava que a rotina da alcateia seria algo que presenciaria apenas por histórias. O Alfa e a Luna não escondiam os riscos daquele mundo para uma humana como Kennedy, e Jeremiah, por sua vez, demonstrava dedicação genuína ao protegê-la, ajudando-a a lidar com o trauma e retomando a vida após o acidente. Com o tempo, Kennedy aprendeu os costumes da alcateia e, quase sempre, foi querida por todos os membros, absorvendo os valores do vínculo da alcateia, as práticas dos guerreiros e o respeito pela hierarquia da cultura dos lobos. Assim, se tornou uma guerreira notavelmente competente, mesmo limitada pela força e sentidos humanos. Acompanha-se, então, a jornada de Kennedy em meio a destinos cruzados, amores, amizades e a resistência a um vínculo de companheiro que ela não desejava aceitar, temendo que isso a afastasse de seus próprios objetivos e sonhos. - Como Alfa da Alcateia da Lua Sombria, Ryker carregava a fama de ser jovem, impiedoso e rígido no comando. Sabia exatamente o que o vínculo com uma companheira podia provocar, uma vez que muitos líderes haviam sido destruídos após se deixarem enfraquecer por companheiras manipuladoras. Portanto, escolhia a solidão como forma de garantir que ninguém o afastaria de seu propósito.
Ler mais(Ponto de Vista de Elara)— Dá para mover essa terra, mas vou gastar muita energia. Magia da terra nunca foi o meu forte, e só agora estou percebendo o problema que isso virou. Ela preferiu me fazer focar no lançamento de feitiços em objetos. — Juliette revirou os olhos, e precisei sorrir.— Dá para conter as mãos e os pulsos dela? — Ele perguntou, olhando-a com seriedade. — Eu gostaria de impedir que ela continuasse lançando qualquer merd* contra nós.Juliette se agachou e começou a respirar fundo, de maneira lenta.— O que você quer que eu faça? — Perguntei, pois sabia que Ben não me deixaria de fora daquela situação.— Seu papel é deter a Eliza junto com a Fenda. Conto com vocês. — Ele beijou o lado da minha cabeça e, em seguida, assumiu a mesma posição de Juliette. "Mas… Que porr* ele tinha acabado de dizer?"'Como assim, deter a Eliza? O que exatamente eu deveria fazer?' Joguei a pergunta para o canto da minha mente que deveria ser ocupado pela minha loba. Quando olhei para meu co
(Ponto de Vista de Elara)— Ei, bela Alfa. Abra seus olhos verdes para mim. — Aquela voz grave e rouca me fez tentar descobrir como abrir as pálpebras. "Quando foi que eu fechei os olhos?" Pisquei algumas vezes e tentei focar nisso, mas seu cheiro me alcançou primeiro. Uma fragrância forte e apimentada, que me encheu de energia na mesma hora. Logo, meus olhos se abriram, e me deparei com aquela beleza de olhos castanhos-chocolate.Escondi o rosto no pescoço de Ben e simplesmente deixei que a sensação do toque dele se espalhasse por mim. Os arrepios pareciam trazer minha energia de volta. Quando percebi, a dor tinha sumido, assim como o cansaço e o incômodo no corpo inteiro. Eu estava viva. Ben não devia ter conseguido chegar até ali, mas, minutos antes, ele nem sequer estava presente. Agora, porém, estava comigo, e eu já não queria entender como aquilo tinha acontecido. Magia, Fenda... Nada mais importava. Ele estava ao meu lado, e ainda tínhamos algum tempo para continuar daquele jeit
(Ponto de Vista de Elara)Maria-mole. Era assim que eu me sentia: com o corpo inteiro mole e elástico. Eu não fazia ideia de como enfrentar aquela bruxa sem conseguir chegar perto dela. "Ainda bem que Juliette estava comigo…" Quando ela apareceu, senti um alívio tão grande que quase chorei. Mas Eliza, obviamente, tinha outros planos, e nós duas já estávamos desviando dos feitiços havia muito mais tempo do que eu conseguia suportar.As raízes e os torrões de terra que brotavam do solo ajudavam a bloquear alguns dos feitiços, mas até a Fenda parecia estar perdendo força. Mesmo assim, Eliza não parou um segundo sequer. E não sabia de onde ela tirava tanta energia. "Talvez lançar ataques exigisse menos esforço do que ficar apenas tentando se proteger…"Copyright ©️ 2025 Miss L Writes and Ember Mantel Productions.Um clarão azul surgiu de repente e me tirou dos meus pensamentos.— Eu quero a chave! Entregue de uma vez, loba! — A frustração dela era tão forte que eu quase conseguia senti-la
(Ponto de Vista de Ben)Eliza se afastou dele aos gritos:— Não!Em seguida, virou-se para a mãe e se jogou sobre o corpo imóvel dela. O desespero em seu choro aumentou, assim como a luz que a envolvia. Ao olhar novamente para Silas, seus olhos brilhavam como fogo dourado.— O quê? — Gritou ele. — Ela abrigava uma criatura como você sob o próprio teto e escondeu isso de todos! Você é uma aberração!Silas apontou para ela e, logo depois, começou a lançar sua magia de fogo, disparando uma rajada atrás da outra na direção da menina. Eu não sabia se ele estava usando o incêndio ao longe como fonte ou se tinha alguma coisa escondida para gerar as chamas. Porém, uma coisa estava clara: ele estava usando magia hostil contra uma criança! E não aguentei mais. Agi por instinto e me coloquei na frente das chamas. No entanto, antes que alguma delas me atingisse, fui engolido pela escuridão outra vez. Uma sensação de calma tomou conta de mim e, dessa vez, pensei que talvez tivesse morrido de verdad
Último capítulo