Mundo de ficçãoIniciar sessãoKennedy foi uma humana arrastada para o surpreendente universo sobrenatural depois que seus pais morreram em um acidente de carro trágico, fazendo com que a melhor amiga de sua mãe assumisse seu cuidado como guardiã. A melhor amiga de sua mãe, Beth, era a Luna da Alcateia do Arco Lunar de Prata. Ela conhecia Beth, o marido James e o filho Jeremiah por toda a vida, mas acreditava que a rotina da alcateia seria algo que presenciaria apenas por histórias. O Alfa e a Luna não escondiam os riscos daquele mundo para uma humana como Kennedy, e Jeremiah, por sua vez, demonstrava dedicação genuína ao protegê-la, ajudando-a a lidar com o trauma e retomando a vida após o acidente. Com o tempo, Kennedy aprendeu os costumes da alcateia e, quase sempre, foi querida por todos os membros, absorvendo os valores do vínculo da alcateia, as práticas dos guerreiros e o respeito pela hierarquia da cultura dos lobos. Assim, se tornou uma guerreira notavelmente competente, mesmo limitada pela força e sentidos humanos. Acompanha-se, então, a jornada de Kennedy em meio a destinos cruzados, amores, amizades e a resistência a um vínculo de companheiro que ela não desejava aceitar, temendo que isso a afastasse de seus próprios objetivos e sonhos. - Como Alfa da Alcateia da Lua Sombria, Ryker carregava a fama de ser jovem, impiedoso e rígido no comando. Sabia exatamente o que o vínculo com uma companheira podia provocar, uma vez que muitos líderes haviam sido destruídos após se deixarem enfraquecer por companheiras manipuladoras. Portanto, escolhia a solidão como forma de garantir que ninguém o afastaria de seu propósito.
Ler mais(Ponto de Vista de Elara)— Você acha que ela não estava no controle? — Jason conduziu Juliette até nós. Os dois pareciam bem e ilesos, e estava claro que precisavam tanto daquele contato quanto Ben e eu. Antes que eu pudesse responder, Juliette tomou a palavra.— Já sabemos que ela precisava de sangue para tirar de você a magia da Fenda, e ninguém armaria um plano desses contando apenas com a sorte. O problema é que ainda não fazemos ideia de onde ela tirou aquele conhecimento. Magia do Caos não tem nada a ver com magia negra. Foi a única coisa que meu pai me ensinou. A diferença é que servimos de canal para vários tipos de magia, enquanto a maioria das bruxas só consegue lidar com um. Eliza teve que aprender aquilo com alguém. Isso quer dizer que há outra Bruxa do Caos por aí, corrompendo bruxas mais jovens, e precisamos descobrir o que ela pretende. Fora isso, acredito que seus instintos estejam certos. Não sinto nenhum vestígio da magia de Eliza. Talvez a Fenda esteja mantendo o po
(Ponto de Vista de Elara)— Não faço ideia do que aconteceu com você quando conseguiu conter a magia dela. Só sei que, naquele momento, a Fenda me forçou a escolher.Segurei o rosto dele e procurei qualquer sinal de sofrimento ou magia.— Como assim, "escolher"? — Perguntei devagar enquanto me levantava e o puxava comigo. Queria olhar cada parte dele e confirmar que estava mesmo ileso.— Não consigo mais enxergar a Fenda. Imagino que aquela rachadura enorme, cheia de pedras mágicas e tudo mais, ainda esteja ali, mas, para mim, aquilo ali parece apenas uma clareira aberta e sem vida.— O quê? — Olhei para trás e encarei a linda fenda, repleta de pedras transparentes demais para serem naturais, que cintilavam sob a luz do sol. A estrela em seu centro não apresentava nenhum dano, e a serenidade que vinha dela me alcançou como uma brisa suave do oceano. "Nada havia sido perdido. Toda a magia permanecia ali, fora do alcance de Eliza…" — Por que você teve que escolher?— Eu não fui feito par
(Ponto de Vista de Elara)O ar estalou e crepitou, tomado pelo cheiro de ozônio que costumava surgir pouco antes de uma tempestade. Então, de repente, senti como se um peso tivesse sido arrancado do meu peito. Pela primeira vez em muito tempo, consegui respirar fundo. Meus sentidos estavam ficando mais aguçados, voltando pouco a pouco. A sensação de sufocamento provocada pela magia havia desaparecido, mas fiquei meio tonta. Aquela pressão durara tanto tempo que eu nem tinha percebido o quanto era pesada. O tum-tum constante do coração de Ben me embalava e, aos poucos, fazia meu corpo relaxar. Eu queria acreditar que tudo tinha acabado. Tudo indicava que tinha acabado, embora aquilo parecesse fácil demais para ser verdade. Mesmo assim, decidi aproveitar a mudança no ar e guardar aquele instante na memória antes que alguma coisa viesse tirá-lo de mim.— Juliette! Juli-ette! — Ouvimos alguém gritar em meio ao barulho dos arbustos sendo esmagados. Logo depois, uma enxurrada de sons me atin
(Ponto de Vista de Elara)Caminhei na direção de Eliza, transbordando confiança. Por apenas um instante, seus movimentos vacilaram. "Pelo visto, ela não estava acostumada a ser desafiada... Ótimo!"— Vamos recorrer às raízes e aos galhos, assim como ela fez com você quando chegamos aqui. — Sussurrou Juliette atrás do meu ombro esquerdo. — E, só para você saber, magia verde é o tipo mais difícil para mim, então talvez não seja a melhor opção.Copyright ©️ 2025 Miss L Writes and Ember Mantel Productions— Eu confio em você. — Repeti, mantendo o mesmo passo. Nenhum dos ataques mágicos de Eliza conseguia chegar perto de mim, e até as ondulações do terreno nos contornavam. "Aparentemente, Ben havia aprendido algo enquanto estávamos separados… Assim que tudo isso terminasse, eu gostaria muito de ouvir o relato dele."Foi aí que a ficha de Eliza caiu, fazendo-a parar. Por um breve momento, seu rosto revelou toda a confusão que sentia, mas ela logo se recuperou.— Está pronta para entregar a c





Último capítulo