Eleanor acordou antes do sol, com os olhos ardidamente abertos e o caderno de Vivienne ainda ao lado da cama. Por um momento, pensou ter sonhado com a descoberta, mas bastou um toque no tecido da capa para lembrar-se de tudo — o compartimento secreto, as anotações, a ameaça velada. E o vulto do lado de fora da casa.
Levantou-se e olhou pela janela. A manhã ainda não tinha rompido de todo, mas as sombras já se dissipavam nas bordas da floresta. Nada. Nenhum sinal de que alguém estivera ali. Mesm