**Narrado por Dante Ferraz**
A porta do quarto se fechou com um clique abafado, selando o espaço ao nosso redor.
O ambiente parecia mais denso, como se o ar estivesse impregnado de uma tensão quase palpável.
Cada passo de Lorena pelo carpete soava como um eco reverberante dentro de mim, ressoando em meu peito.
Ela atirou a mochila no sofá e, com uma despreocupação que beirava a indiferença, tirou o tênis com um dos pés, jogando-o no canto como se aquela fosse a coisa mais normal do mundo. E