ALESSANDRO
O som dos monitores cardíacos ainda ecoava dentro da minha cabeça quando deixei o quarto.
Cada bip parecia um lembrete cruel de que a vida de Isabella pendia por um fio — e que eu estava impotente.
Antes de sair, deixei minhas ordens:
— Dois na porta, dois no corredor. Ninguém entra sem minha permissão. Se alguém insistir, atirem primeiro e expliquem depois.
Os seguranças assentiram.
Mesmo assim, olhei uma última vez para a porta do quarto — ela estava lá dentro, frágil, lutando.
E