A manhã chegou com o barulho da chuva fina nas telhas e um cheiro de café recém-passado que atravessou o corredor. Vivian abriu os olhos devagar. Eduardo ainda estava ali, encostado na cabeceira, a mão entrelaçada na dela como uma ponte paciente. Havia marcas de cansaço no rosto dele, mas algo em sua presença encostava calma no peito dela, como se dissesse sem palavras: “você chegou até aqui”.
Aline apareceu na porta com uma bandeja modesta — café, pão, dois copos d’água — e uma pasta de elásti