Capítulo — Quando o Amor Queima Devagar... e Depois Explode
Ava
Acordei com o cheiro dele.
Não sei que horas eram, mas o céu lá fora já dava sinais de um novo dia. Não o tipo de manhã de despertador — mas aquela que chega devagar, entre a neblina do sono e o calor da cama.
Gregório estava ali, deitado ao meu lado, me olhando. De novo.
Ava: “Você tá me olhando há muito tempo?”
Ele sorriu. Aquele sorriso que desarma. Que derrete.
Gregório: “Tempo o suficiente pra agradecer por você existir.”
Minha barriga deu um nó. Ou foi um arrepio. Ou os dois juntos.
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