Mundo de ficçãoIniciar sessãoFellipo, que sempre manteve o coração blindado, se vê inesperadamente apaixonado por Cecilia. Ela, por sua vez, se entrega cada vez mais ao amor que sente pelo subchefe, mas a relação é dolorosa — Cecilia sente que o que existe entre eles é unilateral. Enquanto ela se afoga em sentimentos genuínos, Fellipo parece apenas querer afastá-la, preso às cicatrizes emocionais do passado e com medo de se tornar como o pai que alem de acabar com a esposa não conseguia quarda o menbro nas calças.nunca que ele machucaria Cecilia. Em meio a essa confusão de emoções, Cecilia descobre que está grávida. Com coragem, ela conta a Fellipo, esperando que a notícia possa, de alguma forma, aproximá-los. No entanto, o efeito é o oposto: a revelação desperta os piores medos dele, que reage de maneira fria e distante, piorando ainda mais a situação. Sentindo-se rejeitada e sem forças para lutar por um amor que parece nunca ser correspondido, Cecilia decide ir embora com a ajuda de sua amiga e irmã Samara ela consegui se esconder, levando consigo a esperança de um futuro que Fellipo, dominado pelos próprios fantasmas, não soube segurar.
Ler mais💌 Carta de Cecília — Para o amor da minha vida e nossas meninas 💌Fellipo, meu amor, Aurora, Luna, Bianca e Maitê, minhas preciosas,Hoje eu escrevo com o coração transbordando. Transbordando de amor, de saudade dos momentos que ainda nem vivi, de gratidão a Deus por tudo o que somos juntos.Fellipo, você chegou como quem não quer ficar, mas ficou. Ficou em mim, nos meus dias, no meu riso. Entrou pelas rachaduras que a vida e você tinha deixado e não só ocupou espaço — você reconstruiu. Eu sei quem você foi, mas vejo quem você escolheu ser. E eu me apaixono todos os dias por esse homem que ama com intensidade, que protege com o corpo e com a alma, que abraça a própria história e decide ser melhor por nós.Você me deu o maior presente da vida: nossa família.Aurora, você foi a primeira batida diferente do meu coração. A luz que nos avisou que o amor podia se multiplicar. Luna, meu céu constante, você me ensinou a olhar o mundo com doçura, até mesmo nas noites mais escuras. Bianca,
Epílogo — Aos olhos de FellipoO céu já escurecia devagar, mas dentro da mansão o calor e a luz da vida eram constantes. Fellipo, sentado na varanda de seu lar, olhava para dentro pela grande porta de vidro.Ali, ele via tudo que sempre desejou, mas que um dia temeu demais sonhar: Cecília, sua mulher, linda e radiante, com as quadrigêmeas nos braços e um sorriso cansado, mas pleno. Seus irmãos, Leonardo e Fernando, brincando com Lorenzo e ajeitando tudo para o jantar simples, feito em casa, do jeito que a família gostava. Samara e Isadora ajudavam, rindo, trocando olhares cúmplices, como verdadeiras irmãs.Fellipo apoiou os cotovelos nos joelhos e entrelaçou os dedos, sentindo o peito tão cheio de amor que doía. Por muito tempo, ele acreditou que estava condenado a repetir os erros do passado... Que nunca seria capaz de construir algo limpo, bonito, puro.Mas ali, naquela casa cheia de risadas suaves, passos pequenos, chorinhos e canções de ninar, ele sabia: tinha vencido.
O sol da manhã já estava alto no céu quando Fernando apareceu segurando duas cestas de palha cheias de ingredientes frescos que ele e Leonardo haviam mandado buscar bem cedo. Com um sorriso animado, ele anunciou:— "Hoje o almoço vai ser especial: feito por nós, com todo amor do mundo!"As mulheres riram, meio desconfiadas, mas ao verem o brilho de entusiasmo nos olhos deles, não tiveram coragem de recusar.Leonardo foi o primeiro a vestir um avental, arrancando gargalhadas de todos. Ele ainda escreveu com caneta no peito: “Chef Leonardo, especialista em bagunça”.Fellipo, mais sério, mas com aquele sorriso leve que só aparecia com a família, arregaçou as mangas, determinado a preparar algo realmente bom para a esposa e suas pequenas.Fernando, sempre o mais animado, já começava a distribuir tarefas:— "Samara, você é responsável pela salada. Isadora, pelas sobremesas. Cecília, nada de trabalho! Você vai ficar sentada comandando tudo!" — disse, piscando para ela.Cecília riu, aceitan
Fellipo se levantou devagar, cuidadoso para não acordar ninguém. O chão da sala, coberto de colchões e corpos adormecidos, era como um quadro vivo de paz e amor. Ele ficou de pé, as mãos cruzadas atrás das costas, e deixou o olhar vagar lentamente por tudo que havia construído — não com as mãos, não com armas, não com medo... mas com amor, coragem e escolhas diferentes das que tinham sido feitas antes dele.Ali estava sua mulher — Cecília, a luz da sua vida — com o cabelo bagunçado, abraçando duas de suas filhas pequenas. Seus irmãos — Leonardo e Fernando — estavam tombados nos colchões também, com Lorenzo e as outras duas meninas aninhadas junto deles. Samara e Isadora dormiam com sorrisos leves no rosto, como anjos protetores.Fellipo sentiu a garganta apertar. Uma lágrima grossa rolou sem vergonha pelo seu rosto forte. Porque naquele momento, olhando para tudo, ele teve a certeza:Ele venceu.Não era mais um Colombo marcado pelo ódio, pelo abuso, pelo veneno do passado. Ele
Último capítulo