Narrado por Ava
O sol entrava pela janela do nosso quarto como se soubesse que hoje era um daqueles dias que a gente vai guardar na alma pra sempre. Meu bebê dormia nos meus braços, com aquele cheirinho doce de recém-nascido e a boquinha entreaberta, soltando um suspiro leve. Eu passei a ponta dos dedos na bochecha dele e sorri.
Ele era perfeito. Tão meu. Tão nosso.
Eu ouvi a porta se abrindo devagar e Gregório apareceu com um buquê enorme de girassóis nas mãos e um sorriso idiota no rosto.
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