Elara
A respiração do meu pai, estava pesada, marcada pelo esforço de conter algo que parecia querer despedaçá-lo por dentro. Eu ainda não sabia o que estava prestes a ouvir, mas cada fibra do meu corpo se arrepiava, como se minha própria alma estivesse se preparando para um golpe que mudaria tudo.
O colar em meu pescoço parecia pulsar. A corrente fria queimava contra minha pele, como se quisesse me lembrar de que nada era coincidência.
— Pai… — minha voz vacilou — O que você está escondendo de