Adrian
Caminhamos lado a lado, em silêncio.
A floresta, agora calma, parecia abrir caminho para nós.
O ar estava frio, mas havia algo diferente nele — como se a magia que antes destruía agora apenas observasse.
Cada passo era um adeus.
Cada respiração, uma promessa.
Meu peito doía, pela perca do meu irmão. A dor era insuportável.
Elara e acompanhava, chorando, compartilhava da mesma dor que eu sentia.
Conforme íamos andando, reconhecemos os corpos pelo caminho, lobos e humanos que morreram n