O Magnata Que Esqueceu De Amar
Magnus Blackwood construiu um império bilionário no coração do Texas. Temido nas salas de reunião e incapaz de confiar em alguém, vive atrás de muralhas erguidas depois da morte da esposa. O amor tornou-se uma lembrança que ele jurou nunca mais tocar. A única pessoa capaz de atravessar essa armadura é sua filha Emily, a menina de sete anos que ainda consegue arrancar-lhe um sorriso raro.
Quando Aurora Whitmore chega à propriedade para cuidar de Emily, Magnus acredita ter contratado apenas mais uma babá. Não esperava a mulher de sorriso aberto, língua afiada e presença impossível de ignorar.
Aurora jamais imaginou desejar um homem tão controlador e fechado. Até a noite em que, depois de colocar Emily para dormir, o encontra sozinho no terraço. Camisa desabotoada, olhar perdido nos campos de petróleo sob a lua. Ela se aproxima. As provocações começam leves. Em segundos ele a prende contra a parede de pedra, o corpo quente pressionando o dela, a voz rouca a dizer o nome dela como se fosse ao mesmo tempo aviso e pedido. O beijo que se segue é fome, raiva e desejo guardado há tempo demais. Quando se separam, o silêncio entre os dois já não é o mesmo.
Por trás do magnata existe um homem que ainda acorda no meio da noite com o cheiro de perfume que já não existe. Entre olhares demorados demais e toques que nenhum dos dois admite procurar, a distância que Magnus construiu começa a rachar. Quando o passado volta — com dívidas antigas, ameaças e o peso do que ele escondeu — ele terá de escolher: continuar sozinho atrás das muralhas ou deixar que Aurora entre de verdade.
Porque algumas feridas só cicatrizam quando alguém finalmente decide ficar.