A noite passada foi estranha. O aniversário correu bem, mas João estava cada vez mais distante, com um olhar que parecia esconder algo. Hoje, ao acordar, tomei um banho demorado, vesti uma roupa leve e desci para a sala. Foi quando ouvi a voz de uma criança e, curiosa, fui até ela.
— Quem é você, lindinha? — perguntei, sorrindo.
A menina me olhou com uma expressão familiar, como se já me conhecesse.
— Eu me chamo Jana. E você, como se chama?
— Érica — respondi, ainda tentando entender de onde e