— Não foi assim. Eu iria te contar, só não sabia como — ele diz, se aproximando mais de mim.
— Por favor, bonequinha, me dê outra chance.
As palavras dele ecoam na minha mente como se fossem meu maior pesadelo. Meu medo mais íntimo. E ali, naquele instante, eu soube que não poderia perdoar esse segredo. Podem me chamar de mimada, de tudo que quiserem… mas eu não aceito ser feita de idiota.
Me afasto, mas ele me puxa de volta. O perfume dele invade minhas narinas, familiar e perturbador.
— Não f