João estava inquieto. Seus olhos fixos em algum ponto distante, como se tentasse decifrar um enigma que o corroía por dentro.
— O que ela está aprontando? — murmurou para si mesmo. — Isso é amor mesmo… ou só um jeito de me ferrar?
Ele ficou em silêncio, pensativo. Me aproximei, sentindo o clima pesar.
— Tudo bem? — perguntei, tentando quebrar a tensão.
— Sim. Estou feliz por você — respondeu, mas sua voz não carregava convicção.
— Amor, você está estranho.
— Não, não estou.
— Tudo bem… —