Henry me olhou, mas não disse nada.
— Obrigada, Érica — disse Jana, sorrindo antes de voltar a correr com as crianças.
O celular de Henry tocou.
— Pode atender — falei.
— Você vai ficar bem mesmo, linda?
— Sim. Não sou nenhum monstro de sete cabeças — disse João, com sarcasmo.
— E aí, Érica?
— Eu vou ficar bem.
— Tudo bem. Quando for voltar pra casa, me liga. Seu pai precisa de mim.
Assenti com a cabeça. Henry me abraçou e foi embora.
— Foi rápida em me trocar, né? — João disse, com amargura.
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