– Você faz o que eu mando e não se preocupa com mais nada. Ele diz, quando o carro para na frente da boate e descemos do carro.
As palavras dele ecoam no meu ouvido não como um perdido, mas sim como uma ordem.
– Ok, pai. Eu falo, saindo do carro e seguindo ele para dentro da boate. Alguns dos aliados dele já estão lá, e o João também.
– Bom dia, Antônio, bom dia, Érica. João fala, me olhando mais do que o necessário e desvia o olhar para meu pai quando ele começa a falar.
– Bom dia a todos!