E enquanto o italiano assinava um papel qualquer que formalizava a transação, então a tiraram do palco levando-a para o corredor.
Ela chutava, se torcia, implorava.
Logo seu "comprador" chegou com um sorriso faminto sob o bigode espesso, foi empurrada até ele.
O homem que a trouxera observava tudo de longe. Assim que os seguranças entregaram Manoela ao novo “dono”, ele se aproximou, esticou os punhos do paletó e disse com a voz baixa, fria:
— Eu realmente achei que ofereceriam mais por você...