O dia seguinte ao aniversário de Gustavo amanheceu com a casa em plena agitação. A festa mal terminara, e já se ouvia no jardim o entra e sai de pessoas, telefonemas, risadas e o som de vozes organizando listas, flores, trajes, convidados.
Laerte, radiante, atravessava o corredor com o celular colado ao ouvido e um buquê de amostras na outra mão.
— Não, Paolo! As flores brancas, só as brancas! Rosas e lírios, nada de girassóis! Exclamava, gesticulando, enquanto Glauco ria de canto, observando a