O sol brilhava alto sobre Paris, dourando os telhados e as vitrines da Champs-Élysées. O movimento era elegante, turistas, risadas, vitrines refletindo o azul do céu. Amália andava ao lado de Glauco, os olhos curiosos se perdendo entre as lojas, entre aromas de perfume e o som distante dos carros.
Depois do café no Blanc, onde o croissant ainda deixava na memória o gosto amanteigado e o cheiro de café fresco, os dois seguiram caminhando sem pressa. Glauco carregava as sacolas com uma mão e, com