Na manhã seguinte, Glauco saiu bem cedo, antes mesmo do café.
Amália despertou ao sentir o vazio ao seu lado na cama.
Já estava na cozinha tomando café quando ouviu a porta se abrir. Olhou e o viu entrar, subindo as escadas como se a procurasse.
— Estou aqui. Chamou ela.
Ele sorriu, aliviado, e foi em direção a ela.
— Já tomou seu café? Perguntou, abraçando-a.
— Estava tomando... venha, sente-se comigo. Onde foi tão cedo? Quis saber.
— Resolver umas coisas. Depois do café, precisamos arrumar uma mala pequena.
— Vamos viajar de novo? Amália arregalou os olhos, surpresa.
— Sim. Só dois dias.
— Onde vamos? Insistiu, curiosa.
— É uma surpresa. Ele disse com a voz firme.
— Por que você faz isso comigo? Protestou, ela, entre risos.
— Não faça essa carinha... não me force a estragar a surpresa.
— Está bem... Suspirou, rendida.
Glauco tomou uma xícara de café e roubou um dos pãezinhos dela, apenas para vê-la fingir indignação.
Quando ela terminou, subiu as escadas correndo para arrumar as coi