Amália sorriu, tímida. Glauco a provocava o tempo todo, com olhares, gestos e frases sutis que a deixavam corada.
Quando os pratos chegaram, ela observava cada detalhe, a montagem, o brilho dos molhos, as cores vibrantes e os traços delicados dos talheres. Tudo parecia uma obra de arte.
Glauco observava mais a expressão dela do que a comida. Havia algo hipnótico na forma como Amália inclinava a cabeça e sorria, encantada. Permitiu que ela bebesse apenas uma taça de vinho, “porque era uma ocasiã