O dia havia amanhecido. Paolo, depois de deixar Natália e Ana na mansão de Laerte, permanecera no hospital.
Já Laerte não saíra do hospital desde que trouxera o irmão. A noite inteira permaneceu sentado ou de pé diante da porta do quarto, de braços cruzados, os olhos fixos na pequena janela de vidro. Pela abertura, acompanhava cada movimento em silêncio.
Lá dentro, Amália falava baixinho com Glauco, chorava, acariciava-lhe o rosto e, vencida pelo cansaço, acabou adormecendo com a cabeça apoiad