Amália, ainda nos braços de Glauco, abriu lentamente os olhos. A cabeça latejava, o abdome doía com uma intensidade desconhecida. O estômago parecia revirar. A visão turva não permitia reconhecer com clareza o rosto acima dela, mas quando a porta do carro se abriu e alguém a puxou para fora, teve um vislumbre: Glauco.
Sua mente girava em meio à dor, queria resistir, ficar acordada, mas aquele perfume tão conhecido e reconfortante a envolveu. Deixou-se entregar ao sono repentino. Agora, entreabr