178- " Se livrar de mim."
O médico deu mais um passo em direção a Glauco, um sorriso discreto surgindo no canto dos lábios, os olhos trazendo alívio.

— Ela está bem. Ainda sonolenta. Teve uma concussão leve e, devido à sua condição, a dor fez com que a pressão arterial caísse. Administramos a medicação, está estabilizada. Deve ficar em observação, mas logo poderá voltar para casa.

— Condição? Glauco estreitou os olhos, confuso.

— O senhor é o quê da moça?

Ele engoliu em seco. — Sou... sou... ela é minha mulher.

— Então será bom conversar com ela quando acordar.

— Posso vê-la?

— Claro. Disse o homem abrindo passagem.

Glauco não esperou outra palavra. Seguiu pelo corredor com passos ansiosos, até parar diante da porta. Por um instante, hesitou. Amália havia fugido dele. Se acordasse agora e o visse ali... expulsaria-o? Mas, fosse como fosse, enfrentaria. Se explicaria. E, ainda que ela não entendesse, não permitiria que se afastasse novamente.

Decidido, girou a maçaneta.

O quarto estava em penumbra, iluminado ape
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