O homem, tremendo, indicava o caminho com a mão trêmula. Paolo parou o carro a uma certa distância, para não levantar suspeitas.
— Onde foi que encontrou o celular? Glauco perguntou, atento.
— Ali. Disse o homem, apontando para o beco onde a caçamba agora estava vazia.
— Você viu alguém? Ou ouviu algo? Insistiu Glauco.
— Não, senhor... Respondeu ele, a voz baixa.
— Que horas foi isso? Glauco continuou.
— Há menos de uma hora.
Glauco tirou um maço de dinheiro do bolso e o colocou na mão do hom