O rangido da porta me fez encolher instintivamente. Meus braços estavam fracos, cada músculo gritando em protesto após tanto tempo presa naquele quarto úmido e escuro. Matteo surgiu no vão da porta, seu olhar duro como pedra, e acenou com a cabeça para um de seus homens.
— Levem-na para a cozinha. Ela precisa comer. — Sua voz carregava um desdém que fazia minha pele arrepiar.
O soldado me agarrou pelo braço e me ergueu sem qualquer delicadeza. Minhas pernas quase cederam sob o peso do próprio c