O motor do carro rugia conforme eu cortava as ruas escuras, meu peito queimando com uma raiva que beirava o incontrolável. A mensagem de Aslan ainda piscava na tela do celular ao meu lado, o endereço onde ele mantinha Elena e minha mãe prisioneiras. Meu maxilar estava travado, meus dedos brancos de tanto apertar o volante.
Pietro e Matia estavam comigo, ambos silenciosos, mas prontos para matar. O silêncio dentro do carro era ensurdecedor, carregado de tensão e promessas de sangue derramado.
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